Um erro do IML teria causado um transtorno para uma família de Ibirité, região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o site, Piter Diogo Silva Januário morreu no início do ano, após ser linchado acusado de roubar celulares.
Após reconhecerem o corpo no Instituto Médico Legal de BH, os pais de Piter voltaram para Ibirité e enterraram o filho com o caixão fechado, por conta do estágio de decomposição. Sete meses depois, o IML alegou que o corpo do rapaz de 28 anos ainda permanecia no IML.
"O diretor me falou com toda a convicção e com toda clareza que o corpo dele está no IML, todos esses meses", disse o pai da vítima ao site.
A família tenta agora liberar o corpo correto para realizar o velório e o enterro.
Notícias ao Minuto