Publicada em 14/10/2016 às 15h22.
Pernambuco quer R$ 224 milhões do Orçamento Geral da União 2017
O Governo de Pernambuco pretende investir R$150 milhões na Adutora do Agreste.

 

Atualmente o imbróglio continua, e não há previsão para a entrega do CIR, mas governador quer financiamento Federal / Foto: Wagner Ramos/SEI

Atualmente o imbróglio continua, e não há previsão para a entrega do CIR, mas governador quer financiamento Federal

 

Pernambuco está pleiteando um total de 224 milhões de emendas parlamentares junto ao Governo Federal para o orçamento 2017. A bancada federal debateu nesta sexta-feira (14), no Palácio do Campo das Princesas, em Santo Antônio, área central do Recife, as prioridades do Estado no Orçamento Geral da União (OGU). 

 

Desse valor, o Governo de Pernambuco pretende investir R$150 milhões na Adutora do Agreste e outros R$ 60 milhões para a conclusão do Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga (CIR). 


A Adutora do Agreste começa em Arcoverde e segue até o Agreste do Estado. É uma obra fundamental para diminuir o estresse hídrico do Agreste, que passa por uma estiagem, iniciada há cinco anos. 


Em março desse ano, o Governo de Pernambuco decretou a caducidade do contrato de Parceria Público-Privada (PPP) do CIR. As obras de Itaquitinga deveriam ter começado em outubro de 2009, com prazo de três anos para a conclusão. No entanto, os trabalhos só iniciaram em junho de 2010. O final do projeto estava previsto para outubro de 2012, mas foi adiado para 2013. Atualmente o imbróglio continua, e não há previsão para a entrega do CIR. 


Áreas prioritárias

 

No orçamento de 2017, os 49 deputados estaduais de Pernambuco só poderão destinar os R$ 70 milhões que têm direito em emenda parlamentar para custear prioridades no Estado. O valor terá que ser totalmente direcionado para a saúde, educação, segurança pública, para o Fundo Estadual de apoio aos Municípios (FEM), para os hospitais do Servidor e da Polícia Militar ou para convênios já celebrados entre o Estado e os 184 municípios. 


Se os parlamentares quiserem indicar emendas para áreas não prioritárias, eles não poderão incluí-las na reserva parlamentar, ou seja, não serão de execução obrigatória.

 

JC Online

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