Publicada em 16/11/2016 às 16h19.
Pernambuco é 2º lugar no ranking nacional em mortes por tuberculose
Os trabalhadores denunciam que estão sendo vítimas de perseguição política, porque não fazem parte do grupo do prefeito que reassumiu o cargo.
Doença pode ser diagnóstica pelo raio-x (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

Pernambuco registra por ano, em média, 4,5 mil novos casos de tuberculose. O estado ocupa o segundo lugar no ranking nacional em número de mortes causadas pela doença. São 4,4 óbitos para 100 mil habitantes. Em 2015, 408 pessoas faleceram. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (17), pela Secretaria Estadual de Saúde. A data marca o alerta feito no Dia D de Combate à Tuberculose.


De acordo com os especialistas, trata-se da doença infecciosa mais letal do mundo e a que mais mata pessoas vivendo com Aids. As informações são da Organização Mundial de Saúde. Números do governo estadual revelam também que Pernambuco está quarto lugar no Brasil em taxa de incidência da moléstia: (49,6/100 mil habitantes em 2015).


No estado, 15 municípios são considerados prioritários para o monitoramento feito pelo Programa de Enfrentamento de Doenças Negligenciadas. São eles: Recife, Olinda, Jaboatão, Paulista, Cabo, Camaragibe, Ipojuca, Escada, Vitoria, Caruaru, Petrolina, Abreu e Lima, Igarassu, Carpina e Goiana.


Sintomas


A tuberculose é uma doença curável e com tratamento gratuito. Afeta principalmente, os pulmões . Há ,ainda, as formas extrapulmonar (não contagiosa): ganglionar periférica, pleural, cutânea, oftálmica, renal, meníngea, entre outras, sendo transmitida pelo bacilo de Koch.


A forma pulmonar bacilífera (contagiosa) é a mais relevante em saúde pública por ser a responsável pela manutenção da cadeia de transmissão. Sintomas da forma pulmonar são: tosse persistente, febre vespertina, sudorese  noturna, falta de apetite  e emagrecimento.


Pessoas que apresentem tosse por três semanas ou mais são suspeitas de ter a doença e deverão procurar um serviço de saúde mais próximo para a avaliação clínica  e realização de exames. Todo o tratamento, que dura em média  seis meses.


G1

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