Publicada em 09/12/2016 às 10h57.
Polícia Federal pode entrar no caso do assassinato de Beatriz
O MPPE já conta com uma força-tarefa de seis promotores que auxiliam nas investigações.

 

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As investigações do assassinato da garota Beatriz Mota poderão ganhar o reforço da Polícia Federal.


Os pais de Beatriz, Sandro Romilton e Lucinha Mota, estiveram, agora pela manhã, com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que disse ser possível um convênio de cooperação técnica entre as duas forças policiais.


Moraes teria se prontificado a entrar em contato com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para um eventual contribuição. O MPPE já conta com uma força-tarefa de seis promotores que auxiliam nas investigações.


Nos bastidores, comenta-se que o MPPE gostaria de assumir a investigação. A movimentação do ministro da Justiça, com uma possível entrada da PF, daria uma nova dinâmica ao caso.


Beatriz Angélica Mota foi assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, durante a festa de formatura do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A garota levou 42 facadas e foi deixada no depósito de material esportivo do colégio.


Até hoje, tudo o que a polícia civil conseguiu foi um retrato falado de um dos suspeitos.


DP

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