Publicada em 27/01/2017 às 15h48.
Dois pernambucanos sobem ao octógono do UFC em Denver
Raphael Assunção e Henrique Frankstein encaram adversários norte-americanos neste sábado (28).

Frankestein (E) e Raphael Assunção buscam recuperação no UFC após derrotas em suas últimas lutas / Montagem/Divulgação UFC

Frankestein (E) e Raphael Assunção buscam recuperação no UFC após derrotas em suas últimas lutas


Dois pernambucanos sobem ao octógono do UFC on Fox 23, na noite deste sábado (28), a partir das 19h (do Recife), em Denver, no Colorado (EUA). Vindos de derrota, ambos buscam a reabilitação no evento contra lutadores da casa. Raphael Assunção encara o norte-americano Aljamain Sterling entre os pesos galo (até 61kg), enquanto Henrique Frankstein terá pela frente Jordan Johnson pelos meio-pesados (até 93kg). 


Raphael Assunção vinha embalado por sete vitórias consecutivas até cair em julho do ano passado para o norte-americano TJ Dillashaw. Derrota nos pontos que o deixou um pouco mais distante da disputa pelo cinturão dos galos. Para voltar a encurtar o caminho para o título, o lutador pernambucano de 34 anos sabe que é fundamental vencer em Denver.


Faixa preta de jiu-jítsu, 4º no ranking dos galos do UFC, Raphael Assunção é conhecido pelo seu alto nível na luta de chão. Para encarar Aljamain Sterling, o pernambucano garante que treinou muito boxe e muay-thai e que pode surpreender na trocação em pé. Esse combate estava marcado para novembro do ano passado, mas o norte-americano de 27 anos acabou se machucando e não pôde entrar no octógono.


LIMOEIRENSE

Já Henrique Frankstein, natural de Limoeiro, fará a sua terceira luta no UFC num intervalo de apenas sete meses. Nas duas primeiras, vitórias sobre Jonathan Wilson (nocaute) e Joachim Christensen (finalização). Mas, na última, derrota para Paul Craig por submissão. O pernambucano comemora uma nova chance no octógono mais famoso do mundo, mas sabe da importância de vencer para continuar prestigiado na franquia.


“Realmente, de outubro para cá vou para a terceira luta. É pouco tempo, mas é bom que estou sempre aparecendo. Dependendo do meu resultado, posso me ranquear mais rápido. Acredito que o UFC está gostando do meu trabalho, senão não seria chamado nessa sequência, é muito bom para mim”, disse o lutador de 27 anos, que ostenta um cartel de 12 vitórias e apenas uma derrota no MMA. 


JC Online

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