
A gentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal realizam, na manhã desta quinta-feira (2), uma operação para cumprir um mandado de prisão preventiva contra Ari Ferreira da Costa Filho e 10 mandados de busca e apreensão em mais um desdobramento da Operação Calicute, ação vinculada à Lava-Jato no Rio de Janeiro. Ele é um dos principais operadores financeiros da quadrilha do ex-governador Sérgio Cabral, e começou a trabalhar com o político em 1980, quando Cabral era deputado estadual. Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal.
Segundo as investigações, em 1996 ele começou a trabalhar em cargo comissionado no gabinete do Cabral e, posteriormente, teve passagens por várias secretarias quando Cabral estava à frente do governo do estado. Ari se tornou assessor especial do ex-governador e permanece no governo de Luiz Fernando Pezão até hoje.
Em dezembro, logo após a operação Calicute, ele pediu exoneração de um cargo que ocupava no governo. No entanto, como possuía duas matrículas, continuou vinculado ao governo do estado. Atualmente, Ari está cedido para a Procuradoria Geral do Estado.
G1