
Ainda de acordo com o delator, o dinheiro pago teria sido usado para comprar o apoio de partidos que integraram a coligação "Com a Força do Povo", da chapa Dilma-Temer. Alencar destacou ainda que a ideia de fazer a doação por meio de caixa dois partiu do próprio tesoureiro da campanha.
Além das informações passadas por Alexandrino Alencar, que fazem parte de sua delação premiada, também deram depoimento o ex-vice-presidente de Relações Institucionais Claudio Melo Filho, que reafirmou que Temer pediu apoio da Odebrecht ao PMDB em 2014, e o ex-funcionário do setor de operações estruturadas, área de pagamentos ilícitos do grupo, também foram ouvidos pelo TSE.
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