Publicada em 27/07/2017 às 07h28.
PCC cria células de inteligência para matar agentes penitenciários
Para cada assassinato, é criada uma célula específica.

 

 

© Divulgação

 

O PCC (Primeiro Comando da Capital) criou células de inteligência chamadas de "sintonia restrita" para matar três agentes penitenciários federais. A facção criminosa de São Paulo possuía uma lista com os nomes e endereços dos servidores.


Como explica o "UOL", a nomenclatura "restrito" é usada para determinar que as pessoas designadas para esta tarefa não são escaladas para outras atividades. Além de ficarem exclusivamente dedicadas a isso, não falam ao celular para garantir a confidencialidade da missão.

 

"Para obter as informações e alcançar seus objetivos, a facção também conta com uma rede de infiltrados no sistema estatal", explica um agente da Polícia Federal não identificado. A rede seria formada por policiais, funcionários do Poder Executivo e até membros de entidades de direitos humanos.


Como explica o Ministério Público Federal (MPF), ainda segundo a publicação, para cada assassinato, é criada uma célula específica. Desmantelar esses grupos se tornou prioridade da segurança pública.

 

Notícias ao Minuto

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