Publicada em 26/08/2017 às 07h33.
Compesa nega que obra da Adutora do Agreste esteja parada
Estatal afirma que houve um ajuste das condições de repasse dos recursos do Ministério da Integração Nacional.

 

 

Fase iniciar da Adutora do Agreste está localizada em Arcoverde, no Sertão, e irá ampliar o abastecimento de água no Estado

(Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Por meio de nota a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) negou que a obra da Adutora do Agreste esteja parada. A redação do G1 recebeu informações de funcionários que trabalharam na obra sobre a paralisação dos trabalhos.


Segundo a nota, houve um ajuste das condições de repasse dos recursos do Ministério da Integração Nacional, uma vez que a companhia recebeu neste ano R$ 56 milhões quando deveria ter recebido R$ 240 milhões.


"Houve um remanejamento da frente de trabalho do Lote 5 ( trecho Belo jardim) para o Lote 1 ( trecho Mimoso/ São Caetano), para dar funcionalidade a obra da Adutora do Moxotó, a partir da interligação dela com a Adutora do Agreste, atendendo às cidades de Arcoverde, Pesqueira , Belo Jardim, Tacaimbó, Sanharó e São Bento do Una" diz o texto.


Ainda de acordo com a Compesa, o governador Paulo Câmara esteve nesta quinta-feira (24) com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, quando o tema foi abordado em Brasília. O governador pleiteou a liberação da emenda da bancada de Pernambuco no valor de R$ 164 milhões para acelerar o ritmo da obra.


"O ministro se comprometeu em liberar R$ 11 milhões do orçamento do próprio Ministério da Integração e disse que lutará para desbloquear R$ 40,5 milhões em setembro que estão contingenciados", diz a nota.


Ainda de acordo com a Compesa, para garantir a celeridade da obra, a estatal precisa receber ainda em 2017 o montante de R$ 360 milhões.

 

 

G1

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