
Grupos sociais se reuniram na manhã desta quinta-feira (7) na região central do Recife para a 23ª edição do tradicional "Grito dos Excluídos". O ato foi organizado pela Igreja Católica e por movimentos sociais. O grupo seguiu da Praça do Derby até a Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, passando pela Avenida Conde da Boa Vista.
"Estamos aqui Por toda a conjuntura nacional e por tudo o que acabamos de passar. Também estamos por conta do processo de retirada de direitos dos trabalhadores, pelo desmonte da educação pública. Viemos aqui apra gritar por todas as pessoas, pelo movimento negro, pelos LGBTs, pelas mulheres.", Diz Pedro Firmo, coordenador do Grito.
Assim como diversos cartazes no protesto, Luísa Xavier, integrante do movimento Levante Popular da Juventude, afirma que a sociedade "pós-golpe" está sofrendo com as atuais reformas. E ainda complementa: "Na atual conjuntura nós entendemos que foi golpe o que fizeram com a presidenta Dilma e o que está acontecendo hoje com Temer no poder é perda dos direitos da classe trabalhadora."
Após os discursos de representantes de entidades ligadas ao movimento, o ato foi encerrado.
JC