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A presen?a do mofo nos alimentos ? um dos sinais da sua deteriora??o. Por?m, na tentativa de evitar o desperd?cio alimentar, h? quem escolha por remover a parcela manchada e consumir o resto. Mas, ainda que remova a sujeira aparente que estiver apenas na superf?cie, as suas ra?zes podem estar no interior dos alimentos, o que faz com que a extra??o da parte vis?vel n?o seja suficiente para se livrar da parte infectada.
Segundo o gastroenterologista norte-americano Rudolph Bedford, apesar de algumas subst?ncias produzidas pelo problema poderem ser prejudiciais para a sa?de - como as micotoxinas - estas n?o s?o fatais e podem ser ingeridas "como qualquer outro alimento", explicou ? revista Women's Health. J? a aflatoxina, produzida por bolores, ? uma subst?ncia cancer?gena perigosa.
E como ? melhor prevenir do que remediar, o mais seguro ? descartar os produtos no lixo.
Queijo: um caso relativo
Entre os alimentos mais propensos a ganhar mofo encontra-se o queijo, um favorito das casas e restaurantes do pa?s. Eles s?o produzidos com o aux?lio de fungos - como o Roquefort, Gorgonzola e Camembert, que est?o pr?prios para o consumo. No caso dos que s?o curados e daqueles duros e semi-duros - como o parmes?o ou o queijo su??o - basta retirar a camada de bolor vis?vel e comer o restante.
O mesmo n?o acontece com as variedades consideradas suaves - como o cottage, a ricotta e os cremosos - que n?o devem ser ingeridos caso contenham qualquer mancha.
Mofo no p?o e fruta
No que diz respeito ao p?o e as frutas, o mais seguro ? mesmo jogar fora os alimentos infectados. Isto porque o tradicional p?ozinho ? muito poroso, o que se traduz em uma maior liberdade para os fungos se alastrarem.
O mesmo acontece nas frutas de casca fina, como morangos, uvas, ma??s, peras, p?ssegos e ameixas.
FONTE: NOT?CIAS AO MINUTO