
Imagem: reprodução do Google
Com o grande engajamento da plataforma nas redes sociais, virou costume cobrar novas temporadas em posts de Twitter, Instagram e Facebook. Quem nunca topou com cobranças sobre o dia que vão colocar todos os filmes de Harry Potter no catálogo? Os pedidos viraram até memes na internet.
O mesmo acontece com as séries de TV e, tratando como uma ramificação do tema da semana passada sobre os cancelamentos prematuros das séries, a coluna desta sexta-feira (14) explica os tipos de produções disponibilizadas no catálogo da Netflix.
Confira:
ORIGINAIS
As séries originais são aquelas criadas exclusivamente pela Netflix. A empresa se torna responsável por encomendar e produzir o seriado do começo ao fim. Esse tipo de série só será disponibilizada no catálogo da plataforma. “Stranger Things”, “The Crown” e “The Witcher” são alguns exemplos. Geralmente esse estilo de conteúdo é lançado com temporadas completas de uma só vez.
SEMIORIGINAIS
A que mais se confunde com as produções 100% originais são as que parecem, mas não são. Elas também trazem o selo Netflix, mas há diferenças. Enquanto os exemplos a cima são criados pelo streaming, neste caso, a série já é exibida em algum canal de TV, mas tem os direitos de distribuição mundial compradas pela plataforma. Dessa forma, a Netflix é quem compartilha a série para seu público, mas não assina sua criação.
Aqui, a série também só é disponibilizada pela Netflix, como é o caso de “The Good Place”, transmitida nos Estados Unidos pela NBC, e “Better Call Saul”, pela AMC, ambas comprado pelo serviço de streaming. É comum que esse tipo de série lance um episódio por semana no catálogo, seguindo o cronograma da emissora que a criou.
COPRODUÇÕES
Além de comprar os direitos de exibição, a Netflix também pode escolher contribuir financeiramente com parte da produção da série. “Anne With An E”, por exemplo, começou a ser financiada pela plataforma a partir da segunda temporada. Para os mais atentos, em alguns casos essa mudança fica visível na fotografia ou na abertura da série.
Também pode acontecer de uma série mudar de coprodução para original quando há a constatação de que o programa tem mais audiência no streaming do que no canal de TV fechada. Neste caso, pode haver a escolha entre adquirir ou não o comando da história, como foi o caso de “The Last Kingdom” e “La Casa de Papel”.
NÃO ORIGINAIS
São todos os programas que não tem nenhum vínculo criativo com a Netflix e pode ser distribuída por uma ou mais empresas ao mesmo tempo, dependendo do acordo estabelecido. A série apocalíptica “The Walking Dead” é um grande sucesso, mas entra nesta lista como não original. Ela pode ser encontrada não só na Netflix como na Amazon Prime e Globoplay, por exemplo.
FONTE: FOLHA PE