
Imagem: Diário do Centro do Mundo / Divulgação
O Catar afirmou, na terça-feira (7), que as acusações de que pagou propinas para sediar a Copa do Mundo de 2022 "não têm fundamento" e garantiu que serão "rebatidas com contundência".
De acordo com documentos do
promotor federal do Brooklyn publicados na segunda-feira (6), os dirigentes da
Fifa receberam subornos para votar a favor de conceder à Rússia a Copa do Mundo
de 2018 e ao Catar o Mundial de 2022.
O emirado afirmou que "negou veementemente as alegações contidas nos documentos".
Essas novas revelações estão ligadas ao grande escândalo de corrupção envolvendo autoridades do futebol mundial, que eclodiu em 2015, mergulhando a Fifa na pior crise de sua história e motivando a queda do então presidente Joseph Blatter.
"Isso faz parte de um caso de longa data, cujo objeto não é o processo de atribuição das Copas do Mundo de 2018 e 2022", declarou o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2022.
Apesar de anos de falsas acusações, não há evidências que demonstrem que o Catar tenha obtido a organização da Copa do Mundo de 2022 de maneira duvidosa ou por meios que violem as regras estritas da Fifa", acrescentou a o comitê.
A Rússia também negou na terça-feira o pagamento de propinas para sediar a Copa do Mundo de 2018.
FONTE: FOLHAPE