/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2020/4/F/JRnuS9QZKqS0tDfklWVQ/6e5a1b481bee2bb00ecb5b8bb7fd6d365653a8dcm.jpg)
Imagem: Nathalia Aguilar/EFE
O Tribunal acompanhou a sentença que negara o pedido feito anteriormente pelo Ministério Público para que Ronaldinho e Assis recebessem o benefício em troca de colaboração com as investigações. Ainda segundo a EFE, a Câmara considerou “inadmissível” o requerimento e rechaçou a apelação da defesa, que conseguira em abril a reversão da prisão para regime domiciliar em um hotel na capital em Assunção após a dupla ficar 32 dias em uma cadeia na capital paraguaia.
Ronaldinho Gaúcho e Assis foram presos em 06 de março deste ano pelo uso de carteiras de identidade e passaportes adulterados. Inicialmente, os dois passaram uma noite em uma cela da Agrupación Especializada da Polícia Nacional e em seguida foram encaminhados uma cadeia local.