
O
ministro da Economia, Paulo Guedes, e o assessor especial do Ministério
da Saúde, Airton Cascavel, anunciaram, nesta segunda-feira (8), que o
Brasil receberá 14 milhões de doses da vacina contra Covid-19
desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech. As informações são do R7.
O
comunicado foi feito enquanto o presidente Jair Bolsonaro e ministros
estavam reunidos por videoconferência com o diretor-executivo global da
Pfizer, Albert Bourla.
O governo brasileiro caminha para um
contrato de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer para este ano, mas a
grande maioria estava prevista para o segundo semestre.
Cascavel afirmou que a empresa se comprometeu a antecipar 5 milhões de vacinas que seriam entregues a partir de julho.
"Nós
tínhamos uma previsão da Pfizer de 99 milhões de vacinas neste ano: 2
milhões em maio, 7 milhões em junho e 10 milhões [por mês] até o início
do último trimestre, onde estão 60 milhões. O que o presidente da Pfizer
garantiu ao presidente Bolsonaro hoje? Antecipação de 5 milhões do
segundo semestre para maio e junho. Ou seja, dos 9 milhões que nós
tínhamos previstos, se incorporarão mais 5 milhões, passando para 14
milhões em maio."
A vacina Pfizer/BioNTech é a única até o
momento com registro sanitário (definitivo) concedido pela Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Portanto, já pode ser
importada.
A negociação com a Pfizer, que havia começado em
agosto, destravou na última semana após o Congresso aprovar uma emenda a
um projeto de lei que permitia ao governo federal atender às exigências
contratuais impostas pela farmacêutica.
FONTE: FOLHAPE.COM.BR