
Card de divulgação / Reprodução da assessoria.
O Governo
de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, incluiu mais uma
doença no exame do teste do pezinho. A partir de agora, ele passa a contemplar
também a detecção da deficiência de biotinidase, um erro inato do metabolismo e
que possui origem genética.
Com essa
deficiência, a criança pode sofrer distúrbios cutâneos, diminuição do tônus
muscular, letargia e problemas neurológicos graves, como crises convulsivas e
atraso do desenvolvimento. Vale ressaltar que, apesar da inclusão da
deficiência de biotinidase na triagem neonatal, não haverá mudança na forma de
fazer o teste.
Em 2019, 75%
dos recém nascidos, que corresponde a 98.176 nascidos, fizeram o teste do
pezinho. Em 2018 foram 101.469 (74,65%) e em 2017, 97.228 (71,53%). A maior
parte dos diagnósticos positivos são de doença falciforme (683 em 2019, 620 em
2018 e 563 em 2017), seguida de hipotireoidismo congênito (411 em 2019, 379 em
2018 e 358 em 2017), fenilcetonúria (43 em 2019, 41 em 2018 e 39 em 2017) e
fibrose cística (24 em 2019, 18 em 2018 e 15 em 2017).