Publicada em 26/04/2021 às 09h01.
Pernambuco amplia teste do pezinho
Com a ampliação será possível detectar a deficiência da biotinidase.


Card de divulgação / Reprodução da assessoria.


O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, incluiu mais uma doença no exame do teste do pezinho. A partir de agora, ele passa a contemplar também a detecção da deficiência de biotinidase, um erro inato do metabolismo e que possui origem genética.

 

Com essa deficiência, a criança pode sofrer distúrbios cutâneos, diminuição do tônus muscular, letargia e problemas neurológicos graves, como crises convulsivas e atraso do desenvolvimento. Vale ressaltar que, apesar da inclusão da deficiência de biotinidase na triagem neonatal, não haverá mudança na forma de fazer o teste.

 

Em 2019, 75% dos recém nascidos, que corresponde a 98.176 nascidos, fizeram o teste do pezinho. Em 2018 foram 101.469 (74,65%) e em 2017, 97.228 (71,53%). A maior parte dos diagnósticos positivos são de doença falciforme (683 em 2019, 620 em 2018 e 563 em 2017), seguida de hipotireoidismo congênito (411 em 2019, 379 em 2018 e 358 em 2017), fenilcetonúria (43 em 2019, 41 em 2018 e 39 em 2017) e fibrose cística (24 em 2019, 18 em 2018 e 15 em 2017).

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