Publicada em 18/08/2021 às 10h16.
Secretário executivo de Parcerias e Estratégias fala sobre implantação de pedágios em PE
Marcelo Bruto explicou mais sobre a implantação de pedágios nesta terça-feira (17).


Marcelo Bruto / Reprodução do G1.


O secretário executivo de Parcerias e Estratégias da Secretaria de Planejamento de Pernambuco, Marcelo Bruto, participou nesta terça-feira (17) de uma entrevista e falou sobre a possibilidade de privatização de rodovias estaduais.

 

"Para que a gente possa dar um salto nessa estrutura, é importante que a gente possa combinar investimentos públicos e também investimentos privados, o último através de concessão de rodovia. Estamos fazendo essa atualização das regularizações para que Pernambuco possa atrair esses investimentos privados", disse.

 

Marcelo Bruto não descartou a implantação de mais pedágios e pediu a participação popular no debate.

 

"É importante que a gente possa contar com o apoio da sociedade quando a gente abrir as reuniões públicas. Como mencionei, umas das coisas que podem acontecer é a locação da praça de pedágio. Não quer dizer que todo mundo que use a rodovia terá que passar pelo pedágio. O pedágio sempre busca ser colocado no lugar mais justo possível. Devem posicionar esses pedágios em uma malha rodoviária mais robusta", comentou o secretário executivo.


O que é pedágio?

 

Pedágio é um direito de passagem, em que um veículo pode atravessar para outra região por meio do pagamento de uma tarifa. No local, existem cabines para fazer a cobrança — geralmente, feita somente por dinheiro —, e só o motorista que pagar o valor estipulado poderá continuar a viagem.

 

Esse serviço não existe em todas as estradas ou rodovias brasileiras e se concentra principalmente nas vias interestaduais. A cobrança de pedágios é uma forma de arrecadação de recursos para manutenção das estradas e oferta de serviços.

 

Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, o pedágio não é administrado pelo poder público, mas sim por empresas privadas — concessionárias que participam de processos de privatização realizados pelo governo. Este geralmente funciona apenas como intermediário, a fim de garantir a lisura e a qualidade da prestação do serviço à população. Assim, o dinheiro arrecadado nas catracas pertence a essas empresas, não aos cofres públicos.


FONTE: G1/MOVEMAIS.



 

 

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