Publicada em 16/11/2021 às 12h58.
Escolas passam a não precisar de distanciamento mínimo entre bancas a partir desta terça (16)
O secretário explicou, durante o anúncio, que a medida acontece em meio ao avanço da vacinação entre os estudantes das escolas.

Sala de aula - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco


Novas medidas nas escolas de ensino básico em Pernambuco entraram em vigor a partir desta terça-feira (16), tanto nas unidades da rede pública como na rede privada. Entre as novidades, não será mais exigido o distanciamento social de um metro entre as bancas dos alunos nas salas de aula.

Assim, será extinto o rodízio que estava funcionando entre os estudantes. Além disso, a aferição da temperatura na entrada das unidades também não será mais necessária. A medida também é válida para o Ensino Superior em Pernambuco. No entanto, as universidades federais podem seguir as determinações do Ministério da Educação (MEC).

Os cuidados com a pandemia, como o uso de máscara e a higienização das mãos, continuam necessários nos ambientes.
 
Sala de aula
Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

De acordo com Karla Figueiredo, gestora da Escola de Referência do Ensino Médio (Erem) Ageu Magalhães, na Zona Norte do Recife, agora 100% dos estudantes estão no horário integral na escola. “Antes tínhamos 30 estudantes em cada sala. Agora, conseguimos manter os 45 alunos na sala simultaneamente.  Isso é permitido tendo em vista que a vacinação está avançando e os casos de Covid estão diminuindo”, explicou a gestora.
 
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Antes, com a obrigatoriedade do distanciamento entre os estudantes, era necessário fazer rodízio. Ou seja, os alunos se revezavam na ida presencial à escola. Quando não estavam presencialmente, ficavam no ensino remoto.

Professor do Erem Ageu Magalhães, Jobson Melo disse que os alunos estão se readaptando. “A possibilidade do ensino presencial facilita o trabalho e o tempo que aprendizagem se torna maior. Todos ficam um pouco apreensivos a cada etapa de flexibilização, mas estamos seguindo todos os protocolos sanitários”, disse Melo.

Aluna do 2º ano do Erem, Witória Maria Ribeiro, de 17 anos, gostou das novas liberações. “Era uma expectativa de todo mundo. A socialização e a interação com o professor é melhor no presencial. Passei um ano no ensino remoto e agora volto integralmente para o presencial”, contou a estudante.Escolas passam a não precisar de distanciamento mínimo entre bancas a partir desta terça (16)
O secretário explicou, durante o anúncio, que a medida acontece em meio ao avanço da vacinação entre os estudantes das escolas

Sala de aula - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Novas medidas nas escolas de ensino básico em Pernambuco entraram em vigor a partir desta terça-feira (16), tanto nas unidades da rede pública como na rede privada. Entre as novidades, não será mais exigido o distanciamento social de um metro entre as bancas dos alunos nas salas de aula.

Assim, será extinto o rodízio que estava funcionando entre os estudantes. Além disso, a aferição da temperatura na entrada das unidades também não será mais necessária. A medida também é válida para o Ensino Superior em Pernambuco. No entanto, as universidades federais podem seguir as determinações do Ministério da Educação (MEC).

Os cuidados com a pandemia, como o uso de máscara e a higienização das mãos, continuam necessários nos ambientes.

De acordo com Karla Figueiredo, gestora da Escola de Referência do Ensino Médio (Erem) Ageu Magalhães, na Zona Norte do Recife, agora 100% dos estudantes estão no horário integral na escola. “Antes tínhamos 30 estudantes em cada sala. Agora, conseguimos manter os 45 alunos na sala simultaneamente.  Isso é permitido tendo em vista que a vacinação está avançando e os casos de Covid estão diminuindo”, explicou a gestora.

Antes, com a obrigatoriedade do distanciamento entre os estudantes, era necessário fazer rodízio. Ou seja, os alunos se revezavam na ida presencial à escola. Quando não estavam presencialmente, ficavam no ensino remoto.

Professor do Erem Ageu Magalhães, Jobson Melo disse que os alunos estão se readaptando. “A possibilidade do ensino presencial facilita o trabalho e o tempo que aprendizagem se torna maior. Todos ficam um pouco apreensivos a cada etapa de flexibilização, mas estamos seguindo todos os protocolos sanitários”, disse Melo.

Aluna do 2º ano do Erem, Witória Maria Ribeiro, de 17 anos, gostou das novas liberações. “Era uma expectativa de todo mundo. A socialização e a interação com o professor é melhor no presencial. Passei um ano no ensino remoto e agora volto integralmente para o presencial”, contou a estudante.



FONTE: FOLHAPE.COM.BR

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