Publicada em 30/11/2021 às 08h34.
China admite que variante ômicron vai complicar organização dos Jogos Olímpicos de Inverno
Fronteiras chinesas permanecem fechadas desde março de 2020.


Snowboard, Jogos Olímpicos de Inverno - Foto: WANG Zhao / AFP


A China reconheceu que a nova variante do coronavírus, ômicron, representará dificuldades adicionais para a organização dos Jogos Olímpicos de Inverno em Pequim (4-20 fevereiro), mas afirmou ter certeza da realização do evento.


"Isto significará alguns desafios em termos de luta contra a pandemia. Mas a China tem experiência no tema e estou plenamente convencido de que os Jogos Olímpicos acontecerão sem problema", declarou Zhao Lijian, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores.


A China conseguiu conter a pandemia em seu território graças a medidas draconianas: limitar em larga escala os voos internacionais, quarentena obrigatória para os que desembarcam, testes de diagnóstico em larga escala e isolamento em caso de contato com um infectado.


A vida retomou o curso normal em março de 2020, mas o país continua registrando focos esporádicos de covid-19.


As fronteiras chinesas permanecem fechadas desde março de 2020 e os Jogos Olímpicos de inverno acontecerão dentro de uma bolha sanitária, da qual não poderão sair os 2.900 atletas esperados para o evento.


Todos terão que estar vacinados e respeitar uma quarentena de 21 dias na chegada. Além disso, os participantes serão submetidos a testes de diagnóstico diários.


Apenas os espectadores residentes na China poderão acompanhar as provas.


A China ainda não registrou casos da variante ômicron no país, mas foram detectados casos no território semiautônomo de Hong Kong.



FONTE: FOLHAPE.COM.BR

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