Imagem meramente ilustrativa / Reprodução do google.
O técnico em Ciências Sociais da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco (Iphan-PE), Giorge Bessoni, falou à CBN Caruaru, nesta segunda-feira (13) sobre a escolha do forró como patrimônio imaterial nacional.
Giorge explicou que o forró como patrimônio imaterial "trata-se do reconhecimento oficial, pelo estado brasileiro, das matrizes tradicionais do forró, como patrimônio. O estado brasileiro assume um compromisso para com todos os fazedores das matrizes do forró".
De acordo com o técnico do Iphan-PE, ter o gênero musical como patrimônio imaterial vai resultar em "ações de ampla divulgação, valorização, reconhecimento, apoio à produção e reprodução cultural do forró".
"Várias ações que são realizadas sempre em parceria, com a participação dos forrozeiros e forrozeiras. O patrimônio imaterial requer um acompanhamento e ações de preservação, é um assunto muito voltado à sustentabilidade. acompanhar a dinâmica, preservando aquilo que os detentores consideram como a parte mais fundamental da sua identidade cultural", disse.
Giorge ainda falou sobre o fato de o forró se tornar um supergênero, por agregar vários outros gêneros como o xaxado, xote, baião, entre outros.
FONTE: G1.