Publicada em 25/11/2022 às 09h38.
Homem é flagrado estuprando doente em hospital público de Paris
Suspeito, natural da Jordânia, já foi preso na posse de cartões bancários da vítima e arrisca ser expulso da França.


Imagem meramente ilustrativa / Reprodução doo google.


Um homem de 22 anos foi preso, depois da vítima, uma mulher de 34 anos internada no Hospital de Cochin, em Paris, ter apresentado queixa por estupro.


O caso aconteceu na madrugada de 28 de outubro na unidade de saúde pública.


De acordo com o jornal Le Parisien, a mulher acordou, depois de um período de inconsciência por ter sofrido um traumatismo craniano, e deparou-se com o suspeito debruçado sobre ela, enquanto a abusava sexualmente na cama do hospital. Apesar de não se recordar, foram os seus gritos que deram o alerta para as enfermeiras de serviço. 


Ao perceber que teria sido flagrado, o homem fugiu. As profissionais de saúde deram o alerta à segurança do hospital e à polícia que, em poucos minutos, identificaram e detiveram o homem, natural da Jordânia, perto do local do crime. O agressor sexual tinha na sua posse os cartões bancários da vítima.


De acordo com o jornal parisiense, o objetivo inicial seria roubar os pertences dos doentes no hospital, onde também ele se encontrava realizando tratamentos.


As autoridades francesas rapidamente reconheceram o suspeito, que já tinha antecedentes criminais por crimes de furto, roubo e estupro. O homem não tinha morada fixa, nem documentos.


Além dos cartões bancários da vítima - que os investigadores consideram que praticamente confirmam a autoria do crime - o suspeito tinha consigo vários cartões de identificação falsos.


Após a queixa apresentada em tribunal, a vítima pretende apurar responsabilidades sobre as "falhas durante o atendimento na urgência", conforme refere um dos seus advogados ao jornal francês.


"Continuam existindo muitas zonas cinzentas neste caso. Nenhuma responsabilidade deve ser evitada. É um trauma duplo para a minha cliente, o própria estupro e as circunstâncias. Ela quer ir até ao fim para entender como estes fatos gravíssimos puderam acontecer num serviço público", adianta a defesa da vítima, ao mesmo meio.


O homem arrisca ser condenado a uma pena de prisão pesada e à expulsão de território francês.

 

FONTE: NOTÍCIA AO MINUTO.


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