Publicada em 15/07/2017 às 10h44.
O gigante acordou: Milan volta à Europa turbinado por investimento chinês
Após temporadas de ostracismo, clube gasta R$ 624 milhões em transferências sob nova direção e projeta estar novamente entre os grandes.

(Imagem: reprodução do globoesporte.com)

 

 

O Milan deu a partida na temporada 2017/18 como há bons longos anos não fazia: investindo dezenas de milhões de euros em contratações. Foram oito até o momento, mas nada impede que novos reforços sejam anunciados enquanto você lê esta reportagem - Biglia aceitou proposta e deve ser o próximo apresentado, por exemplo. A postura agressiva no mercado é só uma ponta do iceberg que é o projeto do novo Milan, um dos clubes mais vitoriosos de todos os tempos, mas que viveu os últimos anos sob a sombra do ostracismo.
 

Por trás dos planos audaciosos, está um aporte financeiro poderoso que vem da China. O clube rossonero foi vendido em abril deste ano e passou das mãos de Silvio Berlusconi para a do grupo Rossoneri Sport Investment Lux, da cidade de Shanghai (o preço foi R$ 2,5 bilhões por 99,93% das ações). O novo presidente do Milan responde pelo nome de Li Yonghong. Sob nova direção, o objetivo é simples: transformar o time novamente numa potência europeia. Nem que para isso seja necessário escancarar os cofres.

 

O clube jamais gastou tanto dinheiro na mesma janela de transferências. O recorde até então havia sido na temporada 2001/02, quando €144 milhões foram investidos na aquisição de Rui Costa, Filippo Inzaghi, Javi Moreno e companhia. Agora, escoltado pela fortuna de Li e com contratações pontuais em diversas posições, lá se foram €171 milhões (R$ 624 milhões) até aqui. Isso sem incluir os €17 milhões (R$ 62 milhões) já acordados com Biglia, da Lazio.


 

FONTE: globoesporte.com 

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