Publicada em 13/03/2018 às 10h32.
Prefeito de Amaraji acusa antecessor de improbidade no MPF
O valor total não foi pago, de acordo com o atual prefeito, porque a prestação de contas sobre os valores anteriores não foi feita.

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(Reprodução da internet)

 

O prefeito de Amaraji, Rildo Reis (PR), apresentou uma representação no Ministério Público Federal (MPF) acusando o seu antecessor, Jânio Gouveia, do mesmo partido, de improbidade administrativa. O atual gestor afirma que no governo anterior houve pagamento de R$ 120 mil por serviços não executados, mal executados ou não comprovados na construção de uma creche, não concluída até hoje.


Segundo o documento protocolado no MPF, pedindo que o órgão passe a atuar no caso, a prefeitura recebeu R$ 509.711,21 dos R$ 679.614,95 acertados com o Ministério da Educação.


 

O valor total não foi pago, de acordo com o atual prefeito, porque a prestação de contas sobre os valores anteriores não foi feita. Sem isso, o município ficou com restrição junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb).


O prefeito contabiliza um déficit de R$ 68.244,31 nesse contrato, além de encargo financeiro de R$ 53.380,10. “Hoje, em face à dificuldade financeira por que passa o município, bem como em face semelhantes déficits em relação a outros convênios, resulta temporariamente impossibilitado ao município a reposição dos recursos financeiro indevidamente desviados de finalidade da conta do convênio pelo ora representado”, diz no documento.


Até dezembro de 2016, 79,66% estariam completos.


“Há de se destacar que o gestor não deixou saldo financeiro em conta bancária de modo a possibilitar a continuidade das obras, havendo deixado saldo de apenas R$ 235,73 em 31/12/2016”, afirma Reis. O prefeito ainda acusou o antecessor de omitir informações na transição municipal.

 

 

Ne10

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