Publicada em 18/08/2023 às 09h30.
Recife sobe no ranking contábil e fiscal do Tesouro Nacional
Percentual foi o quarto melhor entre as capitais.

Imagem meramente ilustrativa - Foto: Andréa Regô Barros / Reprodução: Diário de Pernambuco.


Recife ficou entre as sete capitais brasileiras que obtiveram nota A no Ranking de Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, organizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Segundo o levantamento, referente a 2022, a capital pernambucana atingiu um índice de 97,2% de acertos. O percentual foi o quarto melhor, atrás somente de Fortaleza (CE), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG) e semelhante ao de Porto Velho (RO). Em 2021, o Recife obteve 92,6% de acertos e ficou com a nota B.

 

A classificação foi divulgada nesta quarta-feira (16)  no Diário Oficial da União. Para receber a nota máxima, segundo regra do Tesouro Nacional, é preciso ter, no mínimo 95% de acertos. As prefeituras de Florianópolis (SC), São Paulo (SP) e Curitiba (PR) não atingiram o patamar. Elas obtiveram os índices de 93%, 91,6%, 90,9% e 69,4% e, por isso, receberam nota B. Das 26 capitais, 11 receberam nota B, três foram classificadas com C e quatro, D. Apenas Cuiabá ficou com a nota E, ao pontuar 46,7%.

 

Para a secretária de Finanças do Recife, Maíra Fischer, a nota obtida demonstra o quanto a prefeitura vem agindo em relação aos indicadores contábeis e fiscais do Recife, “com cada vez mais transparência, mais controle e monitoramento da qualidade do gasto público”. A conquista, completou, sinaliza estas ações e “impacta positivamente na confiança para a realização de investimentos públicos e privados na cidade e nas garantias de eficácia das políticas públicas e dos serviços entregues ao cidadão”.

 

O ranking é divulgado anualmente. Além do desempenho das capitais, a publicação apresenta os índices da União, dos estados e municípios. O resultado avalia a aplicação dos conceitos contábeis e fiscais no envio de dados para o Tesouro Nacional, via o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

 

Quatro dimensões são avaliadas para a nota. A dimensão I considera a gestão da informação, incluindo o envio de todas as declarações, pontualidade e respeito aos prazos, quantidade de retificações nos itens enviados, entre outros aspectos. A dimensão II, as informações contábeis e a consistência entre os demonstrativos. Na dimensão III, o Tesouro Nacional verifica as informações fiscais presentes nas declarações, enquanto na dimensão IV, a igualdade de valores entre demonstrativos contábeis e fiscais.



FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO.

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