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É FAKE: Reprodução: G1.
Circula nas redes sociais uma publicação que imita a aparência de uma página do g1 e a afirma que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recomenda o produto MaxProst para tratar ou curar problemas na próstata. É #FAKE.
O g1 não publicou uma reportagem com esse título e
conteúdo. A imagem é uma montagem fraudulenta. O ator Humberto Martins
respondeu, por meio de sua assessoria, que a mensagem é falsa a ANVISA diz o
mesmo.
A agência esclarece
que não existe medicamento registrado com o nome de Maxprost.
Somente medicamentes
registrados na ANVISA podem fazer alegações terapêuticas como as citadas na
mensagem falsa. Os medicamentos precisam ser submetidos a estudos clínicos que
comprovem sua eficácia e segurança, diz a ANVISA.
A Sociedade
Brasileira de Urologia afirma que desconhece o medicamento MaxProst e enfatiza
que o mais
importante, antes de iniciar um tratamento para a próstata, é consultar um
médico.
"À Sociedade
Brasileira de Urologia compete ditar as normas e condutas a serem adotadas
pelos urologistas brasileiros, segundo as diretrizes de diagnóstico e
tratamento", diz. "Em relação aos tratamentos para a próstata, o
tratamento de primeira linha da hiperplasia benigna (HPB) deve ser avaliado de
acordo com o quadro clínico, e pode contar com o uso de alfabloqueadores,
inibidores da 5-alfa redutase, anti-muscarínicos e inibidores da
5-fosfodiesterase, dependendo do tipo e da gravidade dos sintomas, além da
cirurgia que pode ser necessária desde o início em casos específicos."
A publicação falsa
aparece nas redes sociais como conteúdo patrocinado.
Questionada,
a Meta, dona do Facebook e do Instagram, afirma que removeu o conteúdo.
"Removemos o anúncio
apontado pela reportagem por violar nossas políticas. Não permitimos atividades
fraudulentas ou quaisquer atividades que violem nossos Padrões da Comunidade ou
de Publicidade. Usamos uma combinação de denúncias da nossa comunidade,
tecnologia e revisão humana para identificar conteúdos violadores e aplicar
nossas políticas", diz.
A empresa salienta,
ainda, que tem ferramentas úteis que podem ser acessadas caso as pessoas tenham
dúvidas sobre anúncios, perfis ou páginas que pareçam ser falsos. Um desses
recursos é a central de ajuda do Facebook, que fornece uma série de dicas sobre
como identificar algumas das atividades impróprias mais comuns na internet e o
que fazer nessas situações.
Além disso, recomenda que as
pessoas denunciem perfis e anúncios que acreditem que possam violar suas
políticas.
A Meta compartilha um
passo a passo de como denunciar conteúdos suspeitos no Facebook.
Fraudadores têm simulado a aparência de sites da mídia profissional para forjar supostas reportagens e assim tentar vender produtos sem comprovação científica. Nessas publicações falsas, usam a imagem de artistas e celebridades, sem consentimento, para atribuir a elas declarações favoráveis aos produtos falsos. As publicações oferecem links maliciosos, que podem roubar dados ou levar a compras indevidas.
FONTE: G1.