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O
Tribunal do Júri da Comarca de Garanhuns condenou, nesta terça-feira (26),
Weverton Brandão Ferreira a 41 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato da
ex-companheira, Iohana Paulino da Silva, e do amigo dela, Aldagmar Matheus de
Souza Monteiro.
De acordo com a sentença, os crimes foram considerados premeditados e praticados mediante recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. No caso de Iohana, o homicídio foi reconhecido como feminicídio, agravado pelo motivo torpe e pelo uso de meio cruel. A vítima deixou um filho de apenas quatro anos.
A
pena foi fixada em 22 anos de prisão pelo feminicídio de Iohana e 19 anos e 3
meses pelo homicídio de Aldagmar, somando mais de quatro décadas de reclusão. O
cumprimento será em regime fechado, em unidade prisional a ser definida pelo
Juízo da Execução Penal.
Durante
o julgamento, a defesa solicitou a aplicação da causa de diminuição do
homicídio privilegiado e a retirada da qualificadora de motivo torpe, mas os
pedidos foram rejeitados pelo Conselho de Sentença.
A
decisão foi proferida pela juíza Alyne Dionísio Barbosa Padilha e publicada em
plenário. Weverton Brandão Ferreira continuará preso preventivamente e começará
de imediato a execução provisória da pena.
FONTE:
COMANDO POLICIAL.