Publicada em 21/01/2026 às 22h16.
Neurologista alerta para 7 sintomas iniciais da doença de Alzheimer
A doença de Alzheimer, comum entre a população idosa, apresenta sintomas iniciais que podem ser úteis para um diagnóstico precoce. O neurologista João Carlos Lobato Moraes alerta para 7 desses sintomas.

Foto: Divulgação.   


 O Alzheimer é uma doença caracterizada pela perda lenta e progressiva das funções cognitivas e tem se tornado cada vez mais frequente com o envelhecimento da população, fase em que costumam surgir os primeiros sinais.


“Os sintomas geralmente aparecem a partir dos 65 anos, o que faz com que a doença seja mais comum em idosos. O Alzheimer ocorre com mais frequência em mulheres e provoca alterações no comportamento do paciente”, explicou o neurologista João Carlos Lobato Moraes ao site Metrópoles.


A doença costuma evoluir em três estágios. Na fase inicial, surgem lapsos de memória e mudanças de personalidade. No estágio intermediário, o paciente passa a ter dificuldade para realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Já na fase avançada, aparecem limitações para executar atividades básicas, como cuidados de higiene pessoal.


Sintomas iniciais de Alzheimer


Alguns sinais exigem atenção especial, entre eles:


-perda de memória recente
-dificuldade para realizar tarefas do dia a dia
-trocar objetos de lugar com frequência
-repetir a mesma pergunta várias vezes
-dificuldade para dirigir ou percorrer caminhos já conhecidos
-problemas para encontrar palavras e expressar ideias ou sentimentos
-alterações de comportamento, como irritabilidade, desconfiança sem motivo, agressividade, passividade, interpretações equivocadas de estímulos visuais ou auditivos e tendência ao isolamento.


Embora o Alzheimer não tenha cura, o diagnóstico precoce é fundamental, pois permite retardar a progressão da doença e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.


Como prevenir o Alzheimer


Segundo especialistas, alguns fatores de risco, como envelhecimento e histórico familiar, não podem ser evitados. No entanto, certos hábitos ajudam a reduzir as chances de desenvolvimento da doença, como:


-praticar atividade física regularmente
-prevenir e tratar doenças cardiovasculares, com atenção especial ao controle da -pressão arterial
-controlar diabetes e obesidade
-evitar o tabagismo



FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO.





 
 

 

         

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