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Uma operação da Receita Federal apreendeu mercadorias ilegais avaliadas em aproximadamente R$ 870 mil no Recife. Dentre os itens encontrados, estavam mais de mil cigarros eletrônicos, além de celulares, smartphones, smartwatches e outros dispositivos.
A Operação Fronteira Receita Federal é a maior iniciativa de vigilância e repressão do órgão em pontos utilizados em rotas de contrabando, descaminho e outros ilícitos do país. No Recife, foram realizadas seis ações, três delas na terça-feira (3).
A investigação alcançou a 4ª Região Fiscal, que compreende os estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Ao todo, foi feita a retenção de aproximadamente R$ 963,4 mil em mercadorias, além da apreensão de drogas.
Na Paraíba, foram apreendidos cigarros eletrônicos, medicamentos, anabolizantes e 500 gramas de maconha e haxixe na capital João Pessoa. As mercadorias com valor estimado somam aproximadamente R$ 26,9 mil.
No Rio Grande do Norte, a operação em Mossoró reteve cigarros eletrônicos, anabolizantes, medicamentos, acessórios para celulares, perfumes e eletrônicos, avaliados em cerca de R$ 66,5 mil.
"No conjunto das ações da 4ª Região Fiscal, foram apreendidos mais de 1,2 mil cigarros eletrônicos, com valor estimado superior a R$ 341 mil", completou a Receita Federal, em comunicado enviado à imprensa.

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Operação Fronteira
Coordenada nacionalmente pela Receita Federal, a Operação Fronteira Receita Federal reúne instituições de segurança pública, fiscalização e defesa e amplia a atuação de vigilância e repressão em fronteiras terrestres, portos, aeroportos, rodovias e transportadoras.
Na edição de 2025, em todo o país, foram apreendidos cerca de R$ 160 milhões em mercadorias ilegais e 3,5 toneladas de drogas, além de 160 veículos utilizados na prática de crimes e 18 prisões em flagrante. Entre os destaques daquele ano esteve a descoberta de um laboratório clandestino de canetas emagrecedoras em Natal.
Na 4ª Região Fiscal, as ações integram o trabalho de inteligência, análise de risco e fiscalização desenvolvido pela Receita Federal para impedir a entrada e a circulação irregular de mercadorias, combater a concorrência desleal e contribuir para a proteção da sociedade.
FONTE: FOLHA PE.