Amanda Nunes entrou para a história do MMA brasileiro. A baiana contrariou os prognósticos que davam como certa uma vitória da campeã Miesha Tate no UFC 200.
Eis que Amanda, aos 3m16s do primeiro assalto, finalizou a norte-americana com um mata-leão e ficou com o cinturão do peso-galo feminino no card principal do UFC 200, na madrugada do último sábado para domingo, em Las Vegas (EUA), e virou a primeira campeã nascida no Brasil do UFC.
Com a vitória sobre Miesha Tate, Amanda Nunes chegou ao seu 13º triunfo em 17 lutas, encerrando uma invencibilidade de cinco confrontos da norte-americana. A baiana foi a terceira atleta brasileira a ter a chance de disputar o cinturão. Anteriormente, Bethe Correia tinha tentado a sorte contra a Ronda Rousey e levou a pior. Cláudia Gadelha também não conseguiu superar a polonesa Joanna Jedrzejczyk no peso palha, em luta disputada na última sexta-feira.
Outro brasileiro que se deu bem foi José Aldo. O lutador manauara bateu Frankie Edgar por decisão unânime (49-46, 49-46, 48-47) e reconquistou o título, ainda que interino, dos pesos-pena. Ao final da luta, José Aldo aproveitou para pedir uma revanche contra o irlandês Conor McGregor, que foi retirado do evento após se recusar a fazer atividades promocionais. Já Anderson Silva, que se ofereceu para substituir Jon Jones - pego no antidoping - foi derrotado pelo campeão dos meio-pesados, Daniel Cormier.
Folha de PE