Publicada em 28/10/2016 às 10h20.
Sirinhaém foi a cidade que mais disponibilizou vagas de emprego em setembro no Estado
Pernambuco teve 44.323 admissões e 28.602 desligamentos durante o mês.
Programa de melhoramento genético da cana-de açúcar aumentou em uma tonelada por ano a produtividade no estado (Foto: Divulgação)
Setor ligado a cana-de açúcar puxou saldo positivo de vagas formais (Foto: Divulgação)

O estado de Pernambuco foi o que mais gerou empregos em setembro, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O saldo é de 15.721 postos criados no período. O estado é seguido por Alagoas, com 13.395 postos, e Santa Catarina, com 3.550. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho, na quarta-feira (26).


Segundo o levantamento, o desempenho favorável é devido a um componente sazonal: as atividades ligadas ao setor da cana de açúcar foram responsáveis por 5.378 postos de emprego. A agropecuária foi o segundo setor que mais se destacou no estado, seguida do segmento de serviços e da administração pública.


Ao todo, foram 44.323 admissões e 28.602 desligamentos durante o mês. Já o salto de empregos formais no Recife chegou a 2.914, com 22.307 admissões e 19.393 demissões. No interior do estado, o número chega a 12.807, com 22.016 admissões e 9.209 desligamentos.

Em setembro, a cidade pernambucana com o maior saldo foi Sirinhaém, na Zona da Mata Sul do estado, com 2.461 vagas novas, seguida por Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, com 2.286 postos, e Goiana, na Zona da Mata Norte, com 2.120. Completam a lista dos cinco municípios pernambucanos com maior saldo: Petrolina, no Sertão, com 1.489 postos, e Vitória de Santo Antão, com 1.065.


Situação do Brasil


As demissões superaram as contratação com 39.282 postos formais no mês passado. No entanto, o resultado do mês passado apresentou um número um pouco melhor que o de setembro de 2015, quando foram fechados 95.602 postos de trabalho, pior resultado para esse mês desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, em 1992.

Segundo o governo, setembro foi o 18º mês seguido de fechamento de vagas formais. Ou seja, há um ano e meio, há mais demissões do que contratações na economia brasileira. O último mês com contratações foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.

 

G1

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