A entrada criminosa do volante Rayllan, do Sampaio Corrêa, no início de setembro, no Castelão, colocou incertezas na cabeça de Maylson. A ruptura no ligamento colateral medial do joelho direito poderia ter sido o fim da temporada para o meio-campista. Por várias vezes ele pensou nisso.
Mas apesar de ter sido uma contusão séria, não foi preciso passar por cirurgia e a recuperação aconteceu no tempo esperado. Liberado pelo departamento médico, o alvirrubro está à disposição do técnico Givanildo Oliveira e aguarda apenas uma oportunidade para voltar a jogar.
“Estou muito feliz de treinar novamente, de fazer o que gosto. Devo muito ao clube e aos profissionais da comissão técnica, principalmente os fisioterapeutas. A expectativa era de que eu nem jogasse mais esse ano e passou pela minha cabeça de que pudesse acontecer. Mas ocorreu tudo bem e, para mim, é um prêmio poder participar desses últimos jogos. Mais feliz ainda porque o Náutico está na briga pelo acesso”, ressaltou Maylson.
Como ficou dois meses afastado das atividades, a tendência é de que o volante não seja titular já contra o CRB, apesar da suspensão de Rodrigo Souza. A vaga ficará com Negretti. Contudo, Maylson espera pelo menos ser relacionado para o jogo de sábado, às 16h30, no Rei Pelé, em Maceió. Mas apenas os treinos da semana darão a resposta.
“Não conversei com Givanildo ainda, mas vi que ele falou que iria ver meus treinamentos para definir. Participei dois dias das atividades e não senti nada. Estou me sentindo bem. Mas em nenhum momento vou cobrar de ser relacionado. Fica a critério da comissão técnica. Se acharem que eu vou ajudar, estarei à disposição”, garantiu o jogador.
A única certeza de Maylson, no momento, é de que ficará no Timbu na próxima temporada. Quando ainda estava machucado, a diretoria entrou em contato com o seu empresário para negociar a renovação. Sem muitos problemas, o acerto para a permanência do atleta no Alvirrubro está encaminhado. “Falta só assinar. Se subir é um contrato, se não subir é outro. É apenas esse detalhe.
Mas vamos pensar primeiro no acesso. Quando acabar, a gente assina o papel. Fiquei feliz com o interesse. Me agrada ficar. O clube me recebeu muito bem, gosto da Cidade e os companheiros são sem palavras. Mas, primeiro, é pensar nessas cinco decisões. Que tudo dê certo com o acesso porque será bom para todo mundo”, concluiu Maylson.
Folha de PE