Publicada em 04/05/2017 às 10h51.
Aplicativos de educação financeira serão testados pela Caixa
Startups SmartMEI, QueroQuitar, Jeitto, DimDim e PoupeMais (MGOV) vão receber até R$ 200 mil para desenvolver projetos.

© PixaBay

 

A Caixa Econômica vai iniciar, até o mês de junho, testes com aplicativos de serviços de educação financeira para beneficiários dos programas Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família.

Os serviços foram apresentados por startups para o Desafio de Negócios de Impacto Social –Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos. O objetivo é desenvolver novas soluções para a população de baixa renda, público que responde por 55% da carteira de pessoa física do banco.


Para o desafio, a Caixa mapeou 460 empresas e selecionou as startups SmartMEI, QueroQuitar, Jeitto, DimDim e PoupeMais (MGOV). Cada empresa vai receber até R$ 200 mil para desenvolver projetos pilotos, com duração de seis meses e foco em beneficiários dos programas Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família, que chegam a mais de 13 milhões de famílias. 


"A população de baixa renda tem uma dificuldade maior de ter acesso aos serviços financeiros e possui um alto índice de endividamento. Então há uma necessidade de educação financeira para essa população. Pensando na ideia de proteção dessas pessoas contra os juros altos das dívidas, surgiu a oportunidade de um desafio de negócios que procurasse dar soluções inovadoras justamente em educação e serviços financeiros para todos", explicou o diretor executivo de Organização e Estratégia da Caixa, Osvaldo Bruno Cavalcante.


De acordo com ele, o grande diferencial dos produtos criados pelas startups é o fato dessas soluções estarem nascendo dentro de um ambiente mais inovador, tecnológico e num mundo digital.


"Nós estamos priorizando essas novas tecnologias e tendências. São soluções ágeis e simples, que buscam entender o dia a dia e os hábitos dos clientes de baixa renda. Por serem do mundo digital, as possibilidades de você escalar um projeto que foi bem sucedido na fase piloto e poder aplicar por toda a população de baixa renda do País são mais fáceis e de baixo custo", explicou. 


Segundo Osvaldo Bruno Cavalcante, se as iniciativas forem bem sucedidas na fase piloto, elas poderão ser estendidas a todos os clientes da Caixa e o banco poderá financiar novos projetos semelhantes nos próximos anos. Com informações do Portal Brasil.

 

 

 

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