Publicada em 15/04/2019 às 10h11.
Planalto vai tratar intervenção na Petrobras como 'movimento isolado'
'Episódio serviu de alerta do que o governo não pode fazer', diz auxiliar de Bolsonaro.

Imagem: IG Economia

 

Integrantes do governo tentam resgatar parte da credibilidade que foi perdida na semana passada com a intervenção direta do presidente Jair Bolsonaro para segurar um aumento já anunciado no preço do óleo diesel.


Entre auxiliares diretos do presidente, há o reconhecimento de que o movimento impulsivo trouxe desdobramentos desastrosos. A intervenção derrubou o valor de mercado da Petrobras na Bovespa em R$ 32 bilhões.


"Pelo menos, o episódio serviu de alerta do que o governo não pode fazer. Qualquer sinal de intervenção na economia pode ser um desastre. Isso porque o país ainda tem na memória traumas do modelo intervencionista da gestão Dilma Rousseff", disse ao blog um auxiliar próximo de Bolsonaro.


Para tentar reverter o impacto negativo da semana passada, o Palácio do Planalto começa a discutir nesta segunda-feira uma solução para o impasse gerado com a intervenção do presidente. A ordem é dizer que esse foi um movimento pontual e isolado. E que não será mais repetido.

 

G1


 

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