Publicada em 19/01/2021 às 14h01.
Trabalhadores de transporte são incluídos em grupo prioritário da vacinação
Para se vacinar, os trabalhadores precisarão comprovar fazem parte desses grupos.


Motoristas de transporte público também serão incluídos no grupo prioritário da vacinação (Tulio Santos/EM/D.A Press)


O Ministério da Infraestrutura informou, em nota, que os trabalhadores do setor rodoviário foram incluídos no grupo prioritário da campanha nacional contra à Covid-19 pelo Ministério da Saúde.


Eles são considerados prestadores de serviços essenciais para o desenvolvimento do país. A determinação foi publicada, na segunda-feira (18/1), em informe técnico que determina que também estarão na lista de prioridade os caminhoneiros; portuários, incluindo trabalhadores da área administrativa; funcionários das companhias aéreas nacionais; funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas; funcionários de empresas brasileiras de navegação; e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso.


“Essa é uma grande notícia para nossos trabalhadores que continuaram, mesmo durante toda a pandemia, prestando um grande serviço ao nosso país”, comemorou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.


Para se vacinar, os trabalhadores precisarão comprovar, por meio de documentação, que possuem vínculo ou fazem parte desses grupos. A logística e data para início desses grupos prioritários da vacinação está a cargo do Ministério da Saúde.


A vacinação começou segunda (18) pelo primeiro grupo prioritário, que são os trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (casas de repouso, asilo e abrigos), pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena aldeada.

 

Além dessas pessoas, serão prioridade na campanha as pessoas com 60 anos ou mais, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, grupo com morbidades, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas, trabalhadores da educação e pessoas com deficiência permanente grave.



FONTE: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

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