Publicada em 22/10/2021 às 08h48.
Assaltante faz 37 alunos de reféns em escola de enfermagem no Recife e tenta atirar em aluna
O bandido foi encaminhado para a Central de Plantões da Polícia Civil.


Foto: Reprodução


Um assaltante invadiu uma escola de enfermagem na Zona Norte do Recife nesta quinta-feira (21), e fez 37 alunos e funcionários de reféns. O bandido, que tentou atirar em uma aluna que teve a arma apontada na cabeça, foi preso em flagrante e encaminhado para a Central de Plantões da Polícia Civil sem reagir.


De acordo com a Polícia Militar, o assaltante, que é maior de idade e possui antecedentes criminais, mas não teve o nome divulgado pela Polícia Militar, foi flagrado com 32 celulares roubados das vítimas e R$ 110 em dinheiro, além de alianças e relógios.


Ao chegar no local após ser acionada para checar a denúncia de assalto, num prédio localizado na Avenida Norte, uma das principais vias da cidade, a equipe da Polícia Militar se deparou com um homem armado. "Demos voz de prisão e ele se rendeu. Não foi preciso disparar nenhum tiro e ninguém ficou ferido", relatou o PM.


Segundo o g1, uma vítima que não quis ser identificada relatou ter ouvido o barulho do gatilho, mas "graças a Deus, a arma não funcionou". Ela também disse que o assaltante trancou os alunos em salas da Escola de Enfermagem Israel. A aluna feita de refém contou ter deixado o local pensando que o assalto tinha acabado e o bandido já tinha ido embora. "Saí e dei de cara com o bandido. Ele colocou o revólver na minha cabeça, mas não conseguiu disparar", disse.


A Polícia Militar descobriu que o que impediu os disparos foi uma bala do revólver que estava com problema.


Ao serem levadas para a Central de Plantões para prestar depoimento, as vítimas recuperaram os celulares e outros itens roubados.


O Comandante da operação, tenente Thales Moreira da Rocha, do 11º Batalhão da PM, contou que tudo começou por volta das 9h desta quinta-feira, após o início das aulas na Escola. Ele acredita que o assaltante não agiu sozinho.


Ele afirmou que o assalto só acabou porque a aluna que ficou sob a mira do revólver conseguiu ligar para a polícia depois que a arma falhou. "Encontramos uma bala pinada, como se diz na polícia quando ocorre uma falha", explicou.



FONTE: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

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