
Anestesista Giovanni Quintella / Reprodução do google.
Investigadores da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti vão visitar os centros cirúrgicos de hospitais — principalmente os da rede pública — onde o anestesista Giovanni Quintella Bezerra, de 31 anos, atuou nos últimos meses, para analisar os espaços e descobrir se neles era ou não possível que o médico abusasse das vítimas.
Na última semana, os agentes da especializada estiveram no Hospital Mário Kroeff, na Penha, onde Bezerra realizou 21 cirurgias como anestesista. Foi a direção da unidade médica que mandou para a Deam de São João a quantidade de procedimentos feitos por Bezerra. Nesse montante, não há apenas partos.
A configuração da sala de cirurgia do Mário Kroeff, segundo policiais, impediria que o anestesista abusasse de pacientes, já que a maca cirúrgica fica no meio do espaço e numa posição que possibilita que todos os presentes se movam no local, impedindo assim os crimes. Nos próximos dias, os agentes da Deam irão aos Hospitais da Mãe, em Mesquita, e da Mulher, em São João de Meriti, ambos na Baixada.
Enquanto isso, a Deam segue apurando a denúncia de seis mulheres que apareceram na unidade para denunciar o médico. Essas denúncias fazem parte do segundo inquérito instaurado para apurar a suspeita de outros crimes praticados pelo médico.
Em relação ao inquérito do vídeo, a Deam espera o resultado da consulta técnica feita ao Instituto Médico-Legal (IML) sobre as imagens e do prontuário médico da mulher abusada. Os policiais querem entender se a quantidade de sedação aplicada por Bezerra à vítima a deixaria naquele estado de paralisia.
Enquanto isso, a Deam segue apurando a denúncia de seis mulheres que apareceram na unidade para denunciar o médico. Essas denúncias fazem parte do segundo inquérito instaurado para apurar a suspeita de outros crimes praticados pelo médico.
Em relação ao inquérito do vídeo, a Deam espera o resultado da consulta técnica feita ao Instituto Médico-Legal (IML) sobre as imagens e do prontuário médico da mulher abusada. Os policiais querem entender se a quantidade de sedação aplicada por Bezerra à vítima a deixaria naquele estado de paralisia.
FONTE: FOLHA DE PERNAMBUCO.