
A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 57.257.473 milhões de votos válidos, ou 48,43% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral. Já o presidente da República e candidato à reeleição, Bolsonaro, recebeu 51.071.106 milhões de votos, ou 43,20% do total.
Para o cargo de Presidente, segundo apuração do eleitorado feita pelo TSE, dos 156,4 milhões de eleitores aptos e votar, 123.678.768 pessoas compareceram às urnas. Deste, 32.765.980 foram votos de abstenção; 3.487.835 de nulos e 1.964.761 foram votos em branco.
2º TURNO:
O segundo turno ocorre quando nenhum candidato consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados. O encontro entre os dois principais rivais está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês.
Mais de 156 milhões de brasileiros estavam aptos a votar e, de novo, colocaram entre os dois primeiros colocados um petista e Bolsonaro. Neste ano, Lula chegou à frente e é apontado, segundo pesquisas de intenção de voto, como o favorito para voltar à Presidência. Em 2018, Bolsonaro liderou a corrida e venceu Fernando Haddad (PT), que substituiu Lula nas urnas em razão de o ex-presidente cumprir pena na Polícia Federal, em Curitiba.
APOIO
Nos debates em que os candidatos estiveram frente a frente, Lula acenou a Ciro e a Simone - ainda que ambos tivessem feito duros ataques às gestões petistas, inclusive com denúncias de corrupção e crítica à recessão registrada no governo Dilma Rousseff (PT), alvo de impeachment em 2016. Nos bastidores, interlocutores do PT também conversam com nomes do PDT e do MDB - uma ala do partido, inclusive, já declarou voto no petista no primeiro turno.
Esse espectro de apoios é fundamental para definir o segundo turno e a formação de um eventual governo Lula. No sábado, 1º, o petista já sinalizava a necessidade de ampliar o leque de apoio, até agora majoritariamente formado por partidos de esquerda e líderes do centro. "A gente não tem de ficar com melindre de conversar com quem quer que seja. Nosso barco é que nem a Arca de Noé. Basta querer viver para entrar lá dentro e nós iremos salvar todo mundo", disse Lula, em entrevista coletiva.
Já Bolsonaro dificultou o diálogo que poderia estabelecer com Soraya Thronicke (União Brasil), ao expor a candidata no debate promovido pela TV Globo. Em 2018, a senadora foi eleita declarando apoio ao então candidato à Presidência. Luiz Felipe d?Avila (Novo) já avisou que vai anular o voto.
FONTE: NOTÍCIA AO MINUTO.