Publicada em 05/10/2022 às 08h56.
Lula recebe apoio do PDT, Ciro e Cidadania para o segundo turno
Dois dias após a votação do primeiro turno, forças políticas se movimentam para alinhar as posições para a disputa final.


Apoiadores / Reprodução do google.


Esta terça-feira (4), dois dias após a votação do 1º turno, tem sido de intensas movimentações das forças políticas sobre os alinhamentos para o 2º turno da eleição presidencial.


O ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno das eleições. Lula teve 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões de votos (43,2%).


O candidato do PT recebeu o apoio formal do PDT, de Ciro Gomes e do Cidadania.


Em reunião na tarde desta terça (4), o PSDB decidiu liberar os diretórios estaduais do partido para apoiar quem quiserem no segundo turno. No primeiro turno, o PSDB estava na campanha de Simone Tebet (MDB).


Em nota, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido também vai liberar seus filiados para apoiarem Lula ou Bolsonaro.


De acordo com o blog da Andréia Sadi, o comitê de Lula espera que o MDB libere seus diretórios nesta quarta-feira (5) e, em ato contínuo, Simone Tebet declare seu apoio ao petista


PDT, Ciro Gomes e Cidadania


O anúncio do PDT veio após reunião da Executiva do partido no final da manhã desta terça. No primeiro turno, o PDT teve o ex-governador do Ceará Ciro Gomes como candidato à Presidência da República. Ele ficou em quarto lugar, com 3,5 milhões de votos (3%).


"Uma hora e meia de reunião com toda a Executiva Nacional do partido, mais os presidentes estaduais, os presidentes de movimentos, os deputados federais de mandato, senadores. E tomamos uma decisão unânime, sem nenhum voto contrário, a decisão de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula", afirmou o presidente do PDT, Carlos Lupo.


"Bolsonaro, na nossa opinião, representa o atraso do atraso do atraso desse país, um aspirante a ditador, malversador do dinheiro público, um homem da falsa fé cristã", disse Lupi. "Nosso trabalho para derrotar Bolsonaro tem que ser a prioridade absoluta. Derrotar Bolsonaro é uma causa nacional, uma causa da pátria, uma causa dos democratas", completou.


Derrotado na corrida pelo Palácio do Planalto, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) publicou um vídeo nas redes sociais, nesta terça-feira, de apoio à candidatura de Lula. Ciro evitou citar o nome do ex-presidente, afirmando que "acompanha a decisão do partido".


A decisão foi divulgada menos de uma hora após o PDT declarar apoio a Lula.


"Lamento que a democracia brasileira tenha afunilado a tal ponto que reste para o brasileiro duas opções, a meu ver, insatisfatórias", disse. "Ao contrário da campanha violenta da qual fui vítima, nunca me ausentei ou me ausentarei da luta pelo Brasil. Sempre me posicionei e me posicionarei na defesa do país contra projetos de poder que levaram o país a essa situação grave e ameaçadora."


Ciro diz ainda que "frente às circunstâncias", o apoio a Lula era a "última saída".

A decisão do Cidadania de apoiar o candidato petista foi tomada em uma reunião da Executiva do partido.


"Decidiu pelo apoio ao candidato do PT no segundo turno. Uma decisão que foi quase por unanimidade. Tivemos 3 votos defendendo neutralidade. Unanimidade contra Bolsonaro", declarou Roberto Freire, presidente da legenda.


Freire já havia declarado apoio pessoal à Lula na última segunda-feira (3).


FONTE: G1.



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