Publicada em 20/03/2017 às 14h15.
Carne brasileira recebe punição no mercado internacional; entenda
Setor movimenta R$ 36 bilhões por ano.

Diversos países já suspenderam importação da carne de empresas investigadas / Foto: Pixabay/Divulgação

Diversos países já suspenderam importação da carne de empresas investigadas
Foto: Pixabay/Divulgação
JC Online

 

Chile, Coreia do Sul, China e todos os países da Europa participantes da União Europeia já suspenderam a importação de carne brasileira proveniente das empresas investigadas pela Operação Carne Fraca. A operação apura a participação de gigantes como BRF (Sadia e Perdigão) e JBS (Friboi e Seara) em esquemas de corrupção e pagamento de propina para liberar a venda de carne estragada.


Mesmo diante dos esforços do Presidente Michel Temer e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para garantir que as exportações continuassem, os países não acreditam que o produto brasileiro proveniente das empresas seja seguro. 

 

Neste domingo (19),  Temer reuniu 33 embaixadores dos maiores exportadores de carne brasileira no badalado restaurante brasiliense Steak Bull, em Brasília. Na ocasião, o presidente apresentou números na tentativa de mostrar que os casos investigados pela Polícia Federal são pontuais e não comprometem o sistema brasileiro de fiscalização e controle de qualidade. 

O setor é um dos mais fortes em exportação do país, e movimenta US$ 12 bilhões (cerca de R$ 36 bilhões) por ano. 


Veja a lista dos países

União Europeia

Alemanha

Áustria

Bélgica

Bulgária

Chipre

Croácia

Dinamarca

Eslováquia

Eslovénia

Espanha

Estónia

Finlândia

França

Grécia

Hungria

Irlanda

Itália

Letônia

Lituânia

Luxemburgo

Malta

Países Baixos

Polônia

Portugal

Reino Unido

República Checa

Romêmia

Suécia


América do Sul

Chile


Ásia

Coreia do Sul

China


Operação

A operação Carne Fraca foi deflagrada na sexta-feira (18)  e revelou que cerca de 30 empresas do setor, incluindo a BRF e a JBS, adulteravam a carne que vendiam nos mercados nacional e internacional. 


De acordo com a PF, auditores fiscais do ministério da Agricultura recebiam propina, em dinheiro, lotes de carne ou presentes, para fazer vista grossa nas fiscalizações e liberar a venda de carne irregular. 

JC Online

 

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